27/03/2026
Semana de Páscoa no CES
Durante a semana de Páscoa, do dia 27 de março até 1 de abril, os alunos do Centro de Educação para Surdos Rio Branco (CES) participaram de diversas atividades. Além de comemorativas, elas promoveram experiências de aprendizagem, articulando aspectos culturais, linguísticos, sociais e emocionais.

As turmas da Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental começaram as atividades com uma contação de histórias feita pela escritora e ilustradora surda Viviane Midori, que apresentou O Coelho Surdo e a Varinha Mágica Azul. As histórias proporcionaram o reconhecimento das crianças em suas narrativas, além do contato com a literatura surda, ampliando o repertório cultural e valorizando a Língua Brasileira de Sinais como forma de expressão.
Em seguida, elas participaram de uma caça ao tesouro, organizada pelo professor de educação física Luccas Nunes. Com pistas em Libras espalhadas pela escola, as crianças trabalharam juntas para solucionar o desafio. Isso incentivou a exploração do ambiente e desenvolvimento da atenção, além de ampliar o vocabulário e interação entre os alunos.

Já as turmas do Ensino Fundamental, a partir do 2º ano, tiveram uma caça ao tesouro com um desafio extra: a incorporação de pistas escritas em Língua Portuguesa, o que aumentou a complexidade. Idealizada pela professora de educação física Ana Paula Piragibe, a atividade promoveu o uso da segunda língua de forma contextualizada, o que estimula a leitura e compreensão. Assim como a caça ao tesouro das outras turmas, eles também trabalharam em cooperação, desenvolvendo juntos o raciocínio lógico, integrado à linguagem e movimento.
E como encerramento, foi realizada a tradicional entrega de colombas pascais aos alunos e inscritos no Programa de Estimulação do Desenvolvimento. A ação foi feita em parceria com o embaixador Dr. Dino Samaja, como um momento de acolhimento, celebração e partilhas entre alunos e suas famílias.
A Páscoa no CES buscou incentivar o protagonismo e a cooperação, além de experiências de pertencimento, identidade e interação com a comunidade escolar. Todas essas vivências contribuíram para a formação integral dos alunos e reforçou os valores de empatia e coletividade.
